Em Marília


Boas notícias devem ser divulgadas.

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Olha a Carol aí gente………

Pet Boutique marca presença no Pet Fashion Week em São Paulo.

A Pet Boutique, único petshop participante do Circuito Esmeraldas – muito charmoso, por sinal -, acaba de receber as novidades do Pet Fashion Week, que aconteceu em São Paulo neste mês de maio. Sua proprietária, a médica veterinária Dra. Carolina Campos Coppieters, participou pessoalmente deste que é um dos maiores eventos nacionais do segmento para trazer para Marília as últimas tendências da “moda” pet. São roupas, camas, edredons, coleiras, bijouterias e acessórios em geral de marcas exclusivas, como: Inés, Petfiness, Petmell, entre outras. Vale lembrar que a Pet Boutique oferece assistência veterinária para animais de estimação, inclusive banho, tosa, hidratação, cauterização, restauração dos pelos, alisamento, vacinação, entre outros serviços. Sem falar nos filhotes de diversas raças que sempre estão à venda, todos com pedigree e procedentes de canis registrados nos órgãos competentes. A Pet Boutique fica na av. das Esmeraldas, 295-B, fone 3414-1236, entre a Polo Play e a Silouette, outros dois integrantes do Circuito Esmeraldas.

Precisamos valorizar a “prata da casa”.

Em Marília…

…onde mais?????????

Reunião sobre fechamento termina sem respostas
18/05/2010
Ana Carolina Godoy

Ontem a diretora do DRS IX (Departamento Regional de Saúde de Marília e Região), Rita Maria Garrossino Bayer, se reuniu com os funcionários do NGA (Núcleo de Gestão Assistencial), conhecido como Postão da avenida Santo Antonio, para informá-los sobre o fechamento do ambulatório. No entanto, apesar da expectativa de esclarecimento, os servidores deixaram o encontro com mais perguntas do que respostas. A representante do Estado não aceitou falar com a imprensa.
A reunião aconteceu depois que a notícia do fechamento do NGA já havia percorrido todos os corredores do ambulatório e chegado ao conhecimento dos usuários, pelo próprio serviço e pela imprensa. Apesar de tardia, havia a expectativa de que o futuro do ambulatório de especialidades, mantido pelo Estado, fosse esclarecido.
Porém, mesmo com mais de duas horas de duração, essa primeira reunião não atendeu aos anseios dos funcionários, que se preocupam com o futuro profissional e com o atendimento à população. Um deles deixou o ambulatório com o comentário de que muito se falou, mas nada foi informado.
Outras duas servidoras cogitam o pedido de aposentadoria, se não quiserem ser transferidas para outro serviço. “Eu amo isso aqui”, mencionou uma delas emocionada. Um quarto trabalhador ainda afirmou que haverá perda salarial e que não sabe quantos deles poderão continuar no NGA ou terão que ser absorvidos por outros serviços.
O diretor da subsede do SindSaúde, Domingos Benedito, também não tem as respostas. Ele fez questão de participar da reunião, mas não houve um posicionamento por parte da diretora do DRS IX. O sindicalista não recebeu informações sobre o motivo do encerramento do NGA ou da terceirização do espaço para a Famema (Faculdade de Medicina de Marília).
Quanto aos usuários não é diferente, eles ainda terão que se contentar com as interrogações. Apesar da imprensa ser o canal de comunicação mais eficaz com a população, a diretora do DRS IX ignorou a presença dos repórteres na saída do NGA. Após o término da reunião, saiu apressadamente e, ao ser abordada, disse apenas que os profissionais deveriam procurar a assessoria da Secretaria da Saúde.
Apesar de todas as evidências, a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Saúde mais uma vez negou o fechamento do NGA e não viabilizou entrevista com nenhuma autoridade sobre o assunto ou sobre a reunião de ontem. Um dos problemas da centralização de jornalistas assessores na capital paulista, distante do que acontece nos demais municípios.

(Jornal da Manhã)

Matra – Marília Transparente

A próxima edição do Mutirão da Cidadania, promovido pela Procuradoria da República, em parceria com a MATRA, será realizada nos dias 08 e 09 de abril, no Centro Comunitário do bairro Nova Marília (Lavanderia Comunitária), zona Sul da cidade. Estão confirmados 22 órgãos e entidades, com a participação desta vez da Delegacia de Defesa da Mulher, Ciretran e a Procuradoria Federal Especializada do INSS. O projeto é inédito no país e tem por objetivo prestar serviços à comunidade, tirando dúvidas e ao mesmo tempo buscando resolver problemas ligados a questões previdenciárias, saúde, educação, direitos do consumidor, documentos e registros civis. Em Marília já foram realizadas cinco edições, com um total de 1.900 atendimentos e 144 doadores de medula óssea. (leia mais)

Vagabundagem ou azar?

O Jornal da Globo trouxe a notícia de Assis, no interior de São Paulo, a 70 km de Marília. Não sei se há abuso policial, é até possível. Pode acontecer de pararem alguém sem carteira assinada e com trabalho. Acho que o fato de você ser parado na rua pela polícia já é constrangedor, mesmo que não passe pela revista o que já considero abuso de poder. Há no entanto indivíduos que precisam desse tratamento e acredito que a polícia sabe quem revista e quem para. Não vai parando qualquer um.
Falando mais claro, gostaria que a moda pegasse aqui em Marília, onde se é abordado a toda a hora por gente pedindo, gente que a meus olhos poderia estar produzindo. O conselho que recebemos é não dar esmola. Concordo, mas alguém tem coragem de, com o sinal fechado,falar não? Eu até falo, mas o olho fica no retrovisor, até uma hora isso não adiantar e algum mais frustrado fazer um risco no carro, ou pior.
À noite vamos num restaurante ou até na igreja (a qualquer hora), lá tem meia dúzia de desocupados pedindo para olhar o carro. Alguém tem coragem de entrar sem aceitar o serviço oferecido? Eu não tenho. Vive-se em constante insegurança. Então não posso me posicionar contra o trabalho da polícia. Só gostaria que funcionasse aqui em Marília.