Mãe

Mãe: Alô?

Filha: Mãe? Posso deixar os meninos contigo hoje à noite?

Mãe: Vai sair?

Filha: Vou.

Mãe: Com quem?

Filha: Com um amigo.

Mãe: Não entendo porque você se separou do teu marido, um homem tão bom…

Filha: Mãe! Eu não me separei dele! ELE que se separou de mim!

Mãe: É… você me perde o marido e agora fica saindo por aí com qualquer um…

Filha: Eu não saio por aí com qualquer um. Posso deixar os meninos?

Mãe: Eu nunca deixei vocês com a minha mãe, para sair com um homem que não fosse teu pai!

Filha : Eu sei, mãe. Tem muita coisa que você fez que eu não faço!

Mãe: O que você tá querendo dizer?

Filha: Nada! Só quero saber se posso deixar os meninos.

Mãe: Vai passar a noite com o outro? E se teu marido ficar sabendo?

Filha: Meu EX-marido!! Não acho que vai ligar muito, não deve ter dormido

uma noite sozinho desde a separação!

Mãe: Então você vai dormir com o vagabundo!

Filha: Não é um vagabundo!!!

Mãe: Um homem que fica saindo com uma divorciada com filhos só pode ser um vagabundo, um aproveitador!

Filha: Não vou discutir, mãe. Deixo os meninos ou não?

Mãe: Coitados… com uma mãe assim…

Filha: Assim como?

Mãe: Irresponsável! Inconseqüente! Por isso teu marido te deixou!

Filha: CHEGA!!!

Mãe: Ainda por cima grita comigo! Aposto que com o vagabundo que tá saindo contigo você não grita.

Filha: Agora tá preocupada com o vagabundo?

Mãe: Eu não disse que era vagabundo!? Percebi de cara!

Filha: Tchau!!

Mãe: Espera, não desliga! A que horas vai trazer os meninos?

Filha: Não vou. Não vou levar os meninos, também agora não vou mais sair!

Mãe: Não vai sair?

Vai ficar em casa?

E você acha o que, que o príncipe encantado vai bater na tua porta?

Uma mulher na tua idade, com dois filhos, pensa que é fácil encontrar marido?

Se deixar passar mais dois anos, aí sim que vai ficar sozinha a vida toda!

Depois não vai dizer que não avisei!

Eu acho um absurdo, na tua idade você ainda precisar que EU te empurre para sair!

(Luis Fernando Verissimo)

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Furo de reportagem

Furo de Reportagem

Um famoso repórter de televisão estava em Uzbequistão, no meio de uma grande reportagem que falava sobre os costumes do local. De repente ele se deparou com um velhinho e logo começou a entrevistá-lo:
– O senhor poderia me contar um fato de sua vida que jamais tenha se esquecido?
O velho homem sorri e começa a contar a história:
– Um dia, há muito tempo atrás, minha cabra se perdeu na montanha. Como manda a nossa tradição, todos os homens da cidade se reuniram para beber e sair à procura da cabra. Quando finalmente a encontramos, já de madrugada, bebemos mais uma dose e, como de costume, todos transaram com a cabra, um por um. Foi uma cena inesquecível…
O jornalista se assusta com a história e diz, todo sem jeito:
– Meu senhor, sinto em lhe dizer que a emissora dificilmente levará ao ar essa declaração, então eu sugiro que o senhor conte uma outra história… Quem sabe se o senhor nos contasse uma história bem feliz…
O velho sorriu e disse:
– Ok, também já vivi uma história muito feliz aqui…
Então o repórter sorri aliviado e o velho homem começa a contar a história:
– Um dia, a mulher do meu vizinho se perdeu na montanha. Como manda a nossa tradição, todos os homens da cidade se reuniram para beber e sair à procura da mulher. Quando finalmente a encontramos, bebemos mais uma dose e, como de costume, todos os homens da cidade transaram com a boazuda. Foi a maior diversão da minha vida!
O jornalista ficou decepcionado mas não desistiu e sugeriu ao velho homem:
– Ok, vamos tentar mais uma vez: Será que o senhor não poderia nos contar uma história muito, muito triste?
Então o velho homem baixou a cabeça e, com os olhos cheios de lágrimas, começou:

– Um dia, eu me perdi na montanha…

(esta veio da hilária Augusta – obrigada)

Para relaxar…

Médico: “Sim, o que aconteceu?”
Mulher: “Doutor, eu não sei o que fazer. Toda vez que meu marido chega em casa bêbado, ele me bate com sua pasta. Me dá cada porrada !!!”
Médico: “Eu tenho um remédio muito bom para isso. Quando seu marido chegar em casa embriagado, basta tomar um copo de chá de camomila e começar o gargarejo. Apenas gargareje e gargareje”.
Duas semanas depois, ela retorna ao médico, e parece ter nascido de novo.
Mulher: “Doutor, Isso foi uma idéia brilhante! Toda vez que meu marido chegou em casa bêbado, eu gargarejei muitas vezes com chá de camomila e ele não me bateu.”
Médico: “Você viu como manter a boca fechada ajuda?”

Para rir um pouco…

Idoso marcando consulta para a esposa:

Qual é o problema da sua esposa?
– Surdez. Não ouve nada.
– Então o senhor vai fazer assim: antes de vir com ela, pois só tem
consulta daqui a 15 dias, vai fazer um teste para facilitar o diagnóstico
do médico.
O senhor vai colocar-se a várias distâncias da sua esposa. Fala para
ela normalmente e, quando vier, diz ao médico a que distância estava dela quando ela o começou a ouvir, certo?
Nesse dia, à noite, quando a mulher estava a preparar o jantar, o
idoso lembrou-se então de fazer o teste. Mediu a distância que estava em relação à mulher. E pensou: ‘Estou a 15 metros de distância. Vai ser agora!’
– Maria… o que é o jantar?
Nada. Silêncio. Aproxima-se 5 metros.
– Maria… o que é o jantar?
Nada. Silêncio. Fica à distância de 3 metros:
– Maria… o que é o jantar?
Silêncio. Por fim, encosta-se às costas da mulher e volta a
perguntar:
– Maria! O que é o jantar?
– É frango, f…-se!!! É a quarta vez que te respondo!!!…

(recebi do A.Oliveira)

Minuto de sabedoria masculina…

“Mestre, não entendo. Se um homem transa com várias mulheres, ele é visto como um garanhão.
Se uma mulher transa com vários homens, ela é vista como uma vadia. Não é injusto?”

“Minha filha, pense nisto desta forma.
Se uma chave abre várias fechaduras, ela é uma chave mestra, uma coisa boa de se ter.
Já uma fechadura que é aberta por várias chaves diferentes… bem, esta é uma péssima coisa para se ter”.

Trabalho ou prazer?

“Um Presidente de uma determinada empresa, casado há 25 anos, está na maior dúvida se transar com a mulher, depois de tanto tempo de casamento, é trabalho ou prazer. Na dúvida, ligou pro Diretor Geral e perguntou-lhe o que ele achava.
O Diretor ligou pro Vice-Diretor e fez a mesma pergunta. O Vice-Diretor ligou pro Gerente Geral perguntando a mesma coisa.
E assim seguiu-se a corrente de ligações até que a pergunta chegou ao Setor Jurídico e o Advogado Chefe perguntou como de praxe, pro Estagiário que estava todo afobado fazendo mil coisas ao mesmo tempo.
– Ôh rapaz, você tem um minuto pra responder se quando o Presidente da empresa transa com a mulher dele é trabalho ou prazer???
– É prazer, Doutor!!! – respondeu o Estagiário prontamente e com segurança.
– Ué? Como é que você pode responder isso com tanta segurança e certeza?
– É que… Se fosse trabalho, já tinham mandado eu fazer !!!”

Acredito que assim como essa “cambada” de descompromissados ignora o motivo de algumas de suas atitudes, qualquer um de nós acaba realizando tarefas, que deveriam ser prazerosas, como se fossem obrigação ou necessidade.
Mas na medida em que nos transformamos, ao longo dos anos, as coisas vão mudando. Existe um prazer indiscutível no trabalho que as pessoas idosas realizam. Acreditamos que o idoso deve ser poupado de trabalhar, inclusive poupado de pequenos serviços domésticos, porque assim nos diz nosso coração de gente nova, ou porque fomos instruídos para poupar nossos pais no final da vida, por eles mesmos.
Bom, eu que logo farei 60 anos, não pretendo parar tão cedo, e, não vejo ninguém perto de mim com força o bastante para me impedir.
Curiosamente o eletricista e o encanador que fazem serviços na minha casa são adoráveis senhores de mais de oitenta anos. O eleticista quase me infarta quando sobe com a maior desenvoltura no telhado. Por aqui, em casa, costumam chamar esses profissionais de “New Tricks”, alusão à série inglesa.
Mas eu prefiro lidar com gente que aprendeu ao longo da vida a ser responsável e a gostar do que faz. Por outro lado, há 4 dias chamei o construtor, rapaz de menos de 40 anos, responsável pela reforma da minha casa e ainda estou aguardando ele chegar. Deve ter se perdido no caminho. O mesmo posso falar da arquiteta, também com menos de quarenta mas sem muita pressa para cumprir prazos.
Então, eu prefiro quem faz por prazer e que não precisa consultar alguém para esclarecê-lo acerca disso.
Mas que tem gente igual a esse empresário, tem sim; e, aos montes.