Cristiano Ronaldo em Ouro Preto-MG Viajei cerca de 2.300km pelas estradas de Minas Gerais, mas a maior surpresa me esperava em Ouro Preto. Tudo muito envolvente, história viva, mas o que o jogador português Cristiano Ronaldo faz numa feira de artesanato, entre tantas obras de arte artesanal? Não vi nenhum brasileiro, jogador ou outro esportista qualquer. Lá estava o jogador português que já foi eleito o melhor do mundo e que nesta copa, da África do Sul, passou tão sem destaque… Mas em Ouro Preto ele é conhecido e ídolo de pelo menos um artesão.

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Desenrascanço

Desenrascanço, a palavra que a língua inglesa queria ter.
Um site norte-americano fez uma lista das 10 palavras estrangeiras que mais falta fazem à língua inglesa. A palavra portuguesa “desenrascanço” é a que lidera.
“Bakku-shan” é a palavra usada pelos japoneses quando se querem referir a uma rapariga bonita, vista de costas.
“Nunchi” é outra das palavras escolhidas. É coreana e é usada para falar de alguém que fala sempre do assunto errado, um género de desbocado ou inconveniente.
“Tingo” é uma expressão usada na Ilha da Páscoa, Chile, e significa pedir emprestado a um amigo até o deixar sem nada.

A lista das “10 palavras estrangeiras mais importantes que a língua inglesa devia ter” é liderada pela palavra portuguesa “desenrascanço”. Esta é a expressão que, segundo os autores do site norte-americano, mais falta faz ao vocabulário inglês:
http://www.cracked.com/article_17251_p2.html

“desenrascanco”, segundo os norte-americanos.

Depois de percorrer duas páginas com explicações das nove palavras estrangeiras mais fixes, chega-se ao número 1. A falta da cedilha não importa para se perceber que estamos a falar do “desenrascanço”, tão típico da nossa cultura.
“Desenrascanco: a arte de encontrar a solução para um problema no último minuto, sem planeamento e sem meios”, explica o site dando como exemplo a célebre personagem de uma série de televisão MacGyver.
“O que é interessante sobre o desenrascanco – a palavra portuguesa para estas soluções de último minuto – é o que ela revela sobre essa cultura”.
“Enquanto a maioria de nós [norte-americanos] crescemos sob o lema dos escuteiros ‘sempre preparados’, os portugueses fazem exactamente o contrário”, prosseguem os autores.
“Conseguir uma improvisação de última hora que, não se sabe bem como, mas funciona, é o que eles [portugueses] consideram como uma das aptidões mais valiosas: até a ensinam na universidade e nas forças armadas. Eles acreditam que esta capacidade tem sido a chave da sua sobrevivência durante séculos”.
“E não se ria: a uma dada altura eles conseguiram construir um império que se estendeu do Brasil às Filipinas” à custa do desenrascanço, sublinham os autores, terminando o texto:

“Que se lixe a preparação. Eles têm desenrascanço”, termina o artigo.

Tinha que ser português?

portuguesCara dá uma folga… Ontem eu fiquei ciente que bandidos portugueses ou brasileiros não são extraditados já que seus países não o permitem. Então esse aí só precisa ficar esperto e esperar que a porta da frente do presídio se abra para que ele aproveite e se “mande” para Portugal.
Aí nada vai acontecer. É assim com bandido, não importa o crime, desde que seja português ou brasileiro no país do outro. Bom né? Então!