Acidente caseiro

Estava conversando com a minha afilhada, que eu estava tratando com acupuntura, sobre o dia de ontem. Levantamos tarde e quando fomos comprar pão no Baiano (São Judas), o pão tinha acabado. Acabamos trazendo um pão italiano, duro que nem pedra que precisei colocar no forno.
Quando lembrava este fato corri para o outro lado da casa, minha morada, onde mal dava para se enxergar. Eu havia colocado um pão de queijo para esquentar para tomar um cafezinho e esquecera o forno ligado. Pelas minhas contas o forno ficou ligado cerca de 2 horas. A fumaça era tanta que não sei como o Nicolau (meu gato) continuava dormindo. Acredito que porque ele estava no tapete e a fumaça ainda não tinha abaixado.
Só de pensar que podia ter acontecido uma tragédia por um descuido besta sinto-me muito mal.Alguém estava cuidando de mim!Muito obrigada!
Será que o alemão está na minha porta? Ou é só estresse?
Prefiro imaginar que estou estressada e desatenta e que só preciso me cuidar e colocar a “cabeça” no que estou fazendo.
Xô Alzheimer!
Tomem cuidado, todos os que, como eu, fazem várias coisas ao mesmo tempo. Não comece nada sem terminar o que estava fazendo antes. Eu vou tentar seguir esta regra. Se você sofre do mesmo mal, faça o mesmo.

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Café!

Como “nem só de pão vive o homem” chegou a vez do café entrar na dieta alimentar como hábito sadio. Várias pesquisas feitas em vários países, (Brasil, Itália, Suécia, Canadá, Coreia do Sul, Japão, Espanha, Estados Unidos, Suiça), sugerem que o café contém antioxidantes e outras propriedades altamente influentes na prevenção de algumas doenças como a gota, diabetes, parkinson, câncer de mama, de fígado, de cólon, hepatite, cirrose, melhora a memória, previne alzheimer e outros males, que o tornam a planta mais importante do planeta.

Alzheimer

Depois de final de semana cuidando de problemas particulares, volto com novidades desse alemãozinho que incomoda e ameaça muita gente, o Alzheimer.
Segundo uma nova pesquisa , temos que nos preocupar mais com a alimentação rápida da hora do almoço. Como quase sempre, os ratos pagaram o “pato”. Para eles a ingestão de gorduras e açúcares não deu certo, e ao final de 9 meses, os resultados de exames em seus cérebros foi similar aos estágios iniciais do –
Mal de Alzheimer.