VOCÊ PODE AJUDAR?

Meu filho, de 33 anos, tem respondido a chamadas para entrevistas de emprego, quase que semanalmente, sem qualquer sucesso. Depois de ter enfrentado quase um ano de internamento em hospital, 10 meses em coma, voltou à faculdade e ao mesmo tempo começou a trabalhar. O salário não era dos melhores, mas ele queria trabalhar e todos os dias da semana, às 5 e meia da manhã começava a sua luta diária para pegar ônibus para levá-lo ao trabalho, a cerca de 35 km, voltar, ir para a faculdade, fazer os trabalhos da faculdade e tentar dormir por cerca de 4 horas para começar tudo de novo.
Como mãe, não foi fácil ver o meu filho com muita dificuldade fazer toda essa “caminhada”, mas era o que ele queria. Formou-se e veio trabalhar pertinho de casa. Por 10 meses estavamos felizes porque ele era feliz. Perdeu o emprego. Tentou nesta época fazer mestrado a 340 km de casa, conseguiu bolsa, mas precisou interromper para fazer cirurgia corretiva. Perdeu o emprego e a bolsa. De lá para cá, já lá vão quase 3 anos, conseguiu um trabalho em uma escola da Prefeitura como instrutor de informática. Era um trabalho com contrato e durou quase 10 meses. Desde que esse contrato terminou ele não consegue mais oportunidade de trabalho. O INSS diz que ele não tem nenhuma deficiência para ser enquadrado nos Portadores de Necessidades Especias (PNE). Os empregadores não consideram que o rendimento do trabalho dele seja suficiente para o contratarem como funcionário normal. E, nesta “ponte” estamos nós sem saber para que lado ir.
Já consultamos a DEFENSORIA PÚBLICA que nos informou não ser este um caso para eles. Fomos na PROMOTORIA, tambem não é com eles.
Então, se alguem puder me dizer de quem é o caso, eu agradeceria.
Obrigada a quem puder ajudar. O meu filho só quer trabalhar.
Adendo: algumas informações sobre o meu filho – 33 anos, casado, formado pela Univem em Ciência da Computação, fala fluentemente inglês e espanhol, e é programador.

Um pensamento sobre “VOCÊ PODE AJUDAR?

  1. Meu pai tem uma doença rara que surgiu quando ele já tinha mais de 50 anos e ele não consegue mais escrever. Depois de muitos anos tentando, com a ajuda de um médico especialista, ele conseguiu se aposentar. Eu sei que não é o mesmo caso, mas no caso do meu pai, o médico atestando a deficiência e emitindo laudos sempre que o inss pedia, e a ajuda de um advogado foram fundamentais.
    http://www.mamaeaprendiz.com

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s