Pedofilia no Hamas

“A denúncia é do Phd Paul L. Williams é traduzida com exclusividade no Brasil pelo De Olho Na Mídia (ninguém mais na imprensa nacional pareceu se interessar pelo assunto).
Um evento de gala ocorreu em Gaza. O Hamas foi o patrocinador de um casamento em massa para 450 casais. A maioria dos noivos estava na casa dos 25 aos 30 anos; a maioria das noivas tinham menos de dez anos.
Grandes dignatários muçulmanos, incluindo Mahmud Zahar, um líder do Hamas foram pessoalmente cumprimentar os casais que fizeram parte desta cerimônia tão cuidadosamente planejada.
“Nós estamos felizes em dizer a América que vocês não podem nos negar alegria e felicidade”, Zahar falou aos noivos, todos eles vestidos em ternos pretos idênticos e pertencentes ao vizinho campo de refugiados de Jabalia.
Cada noivo recebeu 500 dólares de presente do Hamas.
As garotas na pré-puberdade, que estavam vestidas de branco e adornadas com maquiagem excessiva, receberam bouquets de noiva.
“Nós estamos oferecendo este casamento como um presente para o nosso povo que segue firme diante do cerco e da guerra”, discursou o homem forte do Hamas no local, Ibrahim Salaf.
hamas

O Centro Internacional Para Pesquisas Sobre Mulheres estima agora que existam 51 milhões de noivas infantis vivendo no planeta Terra e quase todas em países muçulmanos.
Quase 30% destas pequenas noivas apanham regularmente e são molestadas por seus maridos no Egito; mais de 26% sofrem abuso similar na Jordânia.
Todo ano, três milhões de garotas muçulmanas são submetidas a mutilações genitais, de acordo com a UNICEF. A prática ainda não foi proibida em muitos lugares da América.
A prática da pedofilia teria base e apoio do islã, pelo menos a sua leitura mais extrema e radical. O livro Sahih Bukhari (além do Corão, outra das fontes de grupos como o Hamas) em seu quinto capítulo traz que Aisha, uma das esposas de Maomé teria seis anos quando se casou com ele e as primeiras relações íntimas aos nove. O período de espera não teria sido por conta da pouca idade da menina, mas de uma doença que ela tinha na época. Em compensação, Maomé teria sido generoso com a menina: permitiu que ela levasse todos os seus brinquedos e bonecas para sua tenda.
Mais ainda: talvez o mais conhecido de todos os clérigos muçulmanos deste século, o Aiatóla Komeini, defendeu em discursos horripilantes a prática da pedofilia:
Um homem pode obter prazer sexual de uma criança tão jovem quanto um bebê. Entretanto, ele não pode penetrar; sodomizar a criança não tem problema. Se um homem penetrar e machucar a criança, então ele será responsável pelo seu sustento o resto da vida. A garota entretanto, não fica sendo contada entre suas quatro esposas permanentes. O homem não poderá também se casar com a irmã da garota…É melhor para uma garota casar neste período, quando ela vai começar a menstruar, para que isso ocorra na casa do seu marido e não na casa do seu pai. Todo pai que casar sua filha tão jovem terá assegurado um lugar permanente no céu.” – Como podemos conviver com formas tão diferentes de entendimento? A cultura coloca-nos diante de situações absolutamente incompreensíveis por este lado da humanidade. Como aceitar que crianças sejam transformadas em objetos de sodomia enquanto seus pais recebem o céu como recompensa? Como as noções de certo e de errado podem divergir tanto entre nós povos de um mesmo planeta, filhos de um mesmo Deus? Que tipo de ser humano acredita que o sofrimento dos próprios filhos possa ter algum benefício aos olhos do criador? Cada vez me sinto menos preparada para a vida neste mundo cheio de desigualdade e de abuso de religião.
Façam a vossa pesquisa. Estou aberta a comentários que me mostrem o quanto sou ignorante nesta matéria. Digam-me, por favor, que nada disto existe e que a vida não é tão deprimente quanto eu a enxergo.

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12 pensamentos sobre “Pedofilia no Hamas

  1. Olha, essas coisas absurdas que eles fazem com essas meninas é anti biblica é monstruoso. Eles fazem isso em beneficio proprio pq Deus jamais na biblia fala disso. Há tempo pra tudo, pra brincar, pra namorar e pra casar. Mas esses monstros só visam a si mesmos.

  2. Querida delfinaguimarães…por favor ! Não se ofenda com a opinião de uma pessoa independente emocionalmente e maduro o suficiente para discernir com precisão a realidade. Minha verdadeira intenção foi trazer compreenção a uma parte da vida humana que quase todos tem restrições emocionais,culturais e racionais para expor a realidade. A frase “Mulher quer fazer sexo grupal e casar de véu e grinalda” é da Fernanda Torres (atriz global e filha da Fernanda Montenegro que voçê conhece). O Brasil da nossa geração é conhecida no mundo todo pelo nosso cinema erótico “CINE PRIVÊ” onde quase todas as atrizes dos papéis principais fizeram filmes eróticos e estes filmes e estas novelas influenciaram e influenciam sobremaneira a nossa juventude e também os aldultos, pervertendo-lhes o comportamento de maneira quase irreversível. Só para dar um exemplo, Brasileira em qualquer país da europa é tratada como prostituta. Uma jornalista que foi fazer uma matéria em Portugal o ano passado, quando ia de táxi do aeroporto para o hotel quase foi estuprada pelo taxista pelo simples fato de ser Brasileira. NÃO SOU EU QUE PENSO ASSIM…é a realidade que voçê reluta em exergar. A promiscuidade praticada no BRASIL é um caminho sem volta. As mulheres e somente as MULHERES abriram a caixa-de-pandora e os Demônios que sairam lá de dentro não voltarão mais para dentro do caixa. A PRÓPRIA MULHER se fez OBJETO SEXUAL, não foi o homem que sempre protestou e lutou contra este comportamento. Agora a fatura chegou…hora de pagar a conta por transformar uma mulher que fez sexo com criançãs como XUXA MENEQUEL em seu filme amor estranho em “rainha-dos-baixinhos”, e existem muitos outros exemplos,mas o espaço aqui é pequeno.Apenas para concluir o CASAMENTO com uma menina cujos olhos são castos de toda a imundíce e perversão de comportamento É UM DIREITO DO HOMEM e uma felicidade para ambos ! Estou pronto para o debate de idéias, para enriquecer e aprender em todo o caminho que nos leve a VERDADE e a REALIDADE ! Um grande Beijo e um forte abraço.

    DEUS É MAIOR ! (Allá akbar !)

  3. Não sei o quanto o senhor conhece de brasileiras, imagino que deva conhecer o bastante que lhe permita fazer observações desse tipo. Graças a Deus que nem todos pensam assim. Quanto à sua definição de pedofilia, acredito qque deva estar na hora de o senhor procurar um dicionário que por si só lhe dará uma explicação mais próxima que a que é do seu conhecimento. Publiquei o seu comentário para que alguem lhe responda melhor do que eu.

  4. Observem que não se trata de pedofilia mas de casamento. Na pedofilia existe na maioria das vezes o sexo abusivo e forçado. Na reportagem ocorre um CASAMENTO, um laço divino. O sexo é secundári a isto. Melhor para nós homens casar com crianças inocentes do quê se ligar matrimonialmente à prostitutas que conheceram vários homens em todas as posições sexuais,tamanhos e cores de pênis e ainda tentar ser feliz…isto sim é impossível ! As brasileiras querem fazer sexo grupal e casar de véu e grinalda, e isto é satânico

  5. aceitar o inaceitavel é chamar de divergencias culturais é ser conivente com a degradação humana,alguem já perguntou para sa mulheres que por força da imposição maculina travestida da vontade de ala pensa sobre isto,sera que uma garotinha de 5 7 10 anos gosta de ser sodomizada por um homem co idade para ser seu pai,ou avo e o pior ela tem noçao da verdadeira natureza dos fatos,se gostassem não se suicidavam quando ficam mais velhas por não suportar mais essa vida (pesquisem os que são a favor da cultura deles os sofrimentos contados pelas poucas que sobreviveram e conseguiram fugir para o ocidente)

  6. Nossa eu tinha recebido um email sobre este assunto e nao acreditei na hora… resolvi procurar no google pra saber se era mesmo verdade. Nao sei nem o que dizer… Eu acho isso totalmente errado.. uma crueldade! Como que pode ser certo machucar uma crianca??? Realmente assim eh muito dificil tentar entender outras culturas quando se chega a esse extremo.

  7. Cristiane dá uma olhada nesta notícia no deOlhonaMídia. Acho que esse risco que é enerente à gravidez em qualquer idade se torna mais sério quando acontece em meninas de 12 anos, ou menos. Mas isso todos sabemos, não é?
    O problema é conseguir aceitar que à cultura de um povo nada pode ser “proibido”. É muito difícil.

  8. Cristiane,
    Não é uma questão simples, reconheço, mas continuo achando uma barbárie, independentemente de cultura ou de intolerância minha. Nestas questões eu sou reconhecidamente intolerante.
    As questões sexuais, inclusive o incesto, são discutíveis dependendo da cultura, só que no caso de um adulto achar natural o sexo com uma criança vai além do aceitável, aos olhos de qualquer cultura. Acredito que é bem mais plauzível que se use a cultura para se infringir as leis da natureza. Olhem-se as dimensões de um pénis adulto, por mais raquítico que seja, e a vagina de uma criança, por mais desenvolvida que ela seja. Tenho certeza que estaremos diante de um conflito de natureza. Não me importo em que lugar do mundo isso seja considerado natural, pois para mim isso é animalesco e mesmo assim não é para qualquer animal.
    Obrigada pela sua participação.

  9. Acho que uma questão como essa, casamento infantil, nos permite pensar o quanto somos (ou não) capazes de tolerar o diferente, o outro. Pedofilia é um termo que provavelmente não faz sentido algum para os participantes desse casamento, muito menos o sentido de crime sexual que nossa cultura empresta ao termo.
    Não saberia dizer se eles estão certo, principalmente porque, sendo criada numa cultura tão diversa, o não é a resposta mais pronta que posso ter. Direitos humanos não são um questão simples justamente por isso: quem exatamente vai dizer o que está certo, quem tem a verdade. A História nos dá uma resposta simples: o vencedor tem sempre razão, é sua cultura e sua ideologia que sobrevivem no intercurso. É exatamente por isso que devemos repensar nosso horror diante de um atitude que nos é tão estranha. Quem disse que a nossa solução cultural, que a nossa forma de lidar com o casamento e a sexualidade é correta. Quem disse que nós temos a verdade.

  10. Pois é Luz, me pergunto se o que sinto tem a ver com intolerância religiosa, mas acredito que é apenas intolerância com o que considero barbárie. Não acredito que exista escrito em algum lugar o que eles alegam ser natural para o Islã. O Islã, tanto quanto outras religiões, deve ter passado por mudanças desde que Maomé passou pela terra. Como tambem se cometem enganos à sombra da Bíblia. São os homens interpretando as palavras ao pé da letra sem levar em conta a cultura da época, as diferentes línguas de origem dos homens santos que a escreveram. Crei que com o Alcorão deve ter acontecido o mesmo.
    Obrigada pela sua participação.

  11. “Como podemos conviver com formas tão diferentes de entendimento? A cultura coloca-nos diante de situações absolutamente incompreensíveis por este lado da humanidade. Como aceitar que crianças sejam transformadas em objetos de sodomia enquanto seus pais recebem o céu como recompensa? Como as noções de certo e de errado podem divergir tanto entre nós povos de um mesmo planeta, filhos de um mesmo Deus? Que tipo de ser humano acredita que o sofrimento dos próprios filhos possa ter algum benefício aos olhos do criador? Cada vez me sinto menos preparada para a vida neste mundo cheio de desigualdade e de abuso de religião.”

    Depois de ler o artigo, eu escreveria precisamente isso também. E as meninas, como se sentem? E no futuro, como se sentirão? Sei que por aqui, com a nossa noção de ética, crianças vítimas de pedofilia enfrentam sérios problemas psicológicos e sociais na idade adulta. Mas e essas meninas, meu Deus? Será que eles também pensam o mesmo que nós, ou seja, “como é que os ocidentais podem achar absurdo o sexo com crianças?”. Será que eles sentem a mesma desolação de nós?
    Eu não consigo compreender uma coisa dessas como certa, não tem jeito. Olho minha filha e sinto calafrios por existir culturas assim na Terra, e ao mesmo tempo agradeço à Deus por termos nascido longe disso. Será mesmo que ao pensar assim eu estarei sendo uma intolerante religiosa, ou preconceituosa? Eu primo em minha vida, acima de tudo, pela tolerância à todas as diferenças, mas como conseguir isso diante de uma Religião onde o próprio fundador aceitava a pedofilia como natural e, pior, divino? Não dá…

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